Compositor: Alejandro Astola
Uma vez sonhei com o que o futuro me reservava
Havia um pátio andaluz, meu filho tocava violão
O outro cantava, minha mulher e minha filha dançavam
Ao ritmo das bulerías, enquanto eu batia palmas para elas
Sonhos são apenas sonhos, e o destino decidirá
O que o futuro me reserva e se meus sonhos vão se realizar
E eu peço a Deus que isso se torne realidade
Pois passo o dia dormindo para encontrar a felicidade
Poder beijá-la todas as manhãs
Olhar para o lado e vê-la deitada na minha cama
Ela será minha noite, ela será meu dia
Minha estrela branca
Uma casinha no bairro de Santa Cruz
Uma grande janela e um pequeno pátio andaluz
Trepadeiras subindo pela escada
Por uma grade, se vê o Sol e entra a luz
E quando a noite chega à minha janela
Colho jasmins e sinto o perfume da flor da minha amada
Na minha velha cadeira de balanço, adormeci
E, ao despertar do sonho, tudo tinha desaparecido
Já encontrei aquela que será minha futura esposa
A mãe dos meus três filhos, sevilhana, linda e maravilhosa
Quando dança, parece que voa, seus pés são de ouro puro
Se case comigo, flamenca, pois eu juro a você amor eterno
Poder beijá-la todas as manhãs
Olhar para o lado e vê-la deitada na minha cama
Ela será minha noite, ela será meu dia
Minha estrela branca
Uma casinha no bairro de Santa Cruz
Uma grande janela e um pequeno pátio andaluz
Trepadeiras subindo pela escada
Por uma grade, se vê o Sol e entra a luz
E quando a noite chega à minha janela
Colho jasmins e sinto o perfume da flor da minha amada
Na minha velha cadeira de balanço, adormeci
E, ao despertar do sonho, tudo tinha desaparecido
Uma casinha no bairro de Santa Cruz
Uma grande janela e um pequeno pátio andaluz
Trepadeiras subindo pela escada
Por uma grade, se vê o Sol e entra a luz
E quando a noite chega à minha janela
Colho jasmins e sinto o perfume da flor da minha amada
Na minha velha cadeira de balanço, adormeci
E, ao despertar do sonho, tudo tinha desaparecido
Uma casinha no bairro de Santa Cruz
Uma grande janela e um pequeno pátio andaluz
Trepadeiras subindo pela escada
Por uma grade, se vê o Sol e entra a luz
E quando a noite chega à minha janela
Colho jasmins e sinto o perfume da flor da minha amada
Na minha velha cadeira de balanço, adormeci
E, ao despertar do sonho, tudo tinha desaparecido